EDIÇÃO 11 » ESPECIAIS

Lee Markholt: Um Profissional “Profissional”

Trabalho Duro Traz Dividendos para Ex-Peão em Ascensão nos Rankings de Poker


Justin Marchand

Existem grandes jogadores de torneios e grandes jogadores de cash games. Em geral, os dois não coincidem, e pode-se contar nos dedos das mãos os que são capazes de, em qualquer dia, jogar no melhor nível de ambos. É necessário um verdadeiro arsenal de recursos para se sobressair em ambos. Os maiores cash games disponíveis requerem o estomago de um assassino treinado e as habilidades mais afiadas para se jogar deep stack. Jogadores capazes de se dar bem habitualmente no circuito de torneios precisam ter uma profunda compreensão dos milhares de nuances necessários para conseguir estocar repetidas vezes as fichas dos oponentes.

Um jogador que parece confortável em quaisquer dessas situações é Lee Markholt. Durante os últimos 20 anos, ele tem vencido cash games, que são seu ganha-pão, enquanto acumula mais de 70 premiações em torneios. Esse ano, ele conseguiu seu maior título até hoje, vencendo campeonato World Poker Tour World Poker Challenge, faturando quase $500.000. Mas, para Markholt, isso, assim como qualquer outra realização em um torneio, é apenas crédito extra. Ele se senta rotineiramente para jogar nas mesas com as maiores apostas de no-limit hold’em do país, que podem chegar a ter blinds de $200-$400 e buy-ins de $100.000. Apesar disso, ainda consegue passar despercebido no popular radar do poker.

Markholt nasceu em 1963 em Tacoma, Washington, e, começando aos 12 anos, trabalhou em um açougue orgânico (um conceito pioneiro nos anos 70) na fazenda da família. “Os tempos eram difíceis. Nós não podíamos praticar esportes na escola porque precisávamos ir para casa trabalhar”, recorda. “Acordávamos muito cedo, antes da aula, para fazer nossas obrigações e ordenhar as vacas. Depois voltávamos da escola e trabalhávamos no açougue. Na estação mais ocupada, que era o outono, nós trabalhávamos no açougue até depois do jantar. Às vezes ficávamos lá até 10h da noite”.

Aos 15 anos, seu pai se mudou para Seattle e Lee e seus dois irmãos mais velhos administraram a propriedade e o açougue. “Então, era basicamente uma fazenda”, disse ele. “Nós trabalhávamos pesado e competíamos pesado”. Naquela época, Lee competia em rodeios (veja a coluna na página X) e, além de montar em touros, se interessava um pouco pelo poker. Seu pai jogava nas salas locais de Tacoma e possuía livros de poker escondidos pela casa. Certo verão, quando Lee estava se recuperando de uma cirurgia resultante de um acidente de rodeio, se entregou à literatura e, como ele disse: “Alguma coisa meio que fez sentido. Eu comecei a jogar stud eight-or-better e ace-to-five lowball nos arredores de Tacoma. Eu estava ganhando consistentemente em poucos meses, e cheguei a um ponto em que ganhava mais dinheiro jogando poker nos fins de semana do que cortando carne para meu pai e meu tio”.
Markholt passou do jogo aleatório nos cassinos de cinco mesas de Washington à retirada um vencimento fixo no circuito de torneios, enquanto tentava a sorte em vários eventos com buy-in elevado. Ele se orgulha de sua história. No passado, foi capaz de se sustentar bem antes da explosão do poker e, mesmo quando os tempos ficavam difíceis, ele nunca desistiu ou jogou com dinheiro emprestado. Em vez disso, canalizava sua competitiva ética de trabalho e a transformava em um plano de jogo para ficar alguns passos à frente da concorrencia.

A Card Player conversou com Markholt antes da World Series para ter uma idéia da vida de uma verdadeira história de sucesso no poker.

Justin Marchand: Sendo uma pessoa que começou a jogar poker profissionalmente bem antes da popularidade do no-limit, como você se mantinha quando começou a jogar?

Lee Markholt:
Eu dava duro jogando limit de $10-$20 e $20-$40. Joguei Omaha eight-or-better de $10-$20 durante cerca de um ano inteiro. Na região de Seattle, uma vez por mês, num fim de semana, eles ofereciam um torneio de no-limit hold’em com buy-in de $200. Eu comecei a competir neles e cheguei a ganhar alguns. Meus primeiros torneios fora de casa foram no Peppermill em Reno, onde ganhei cerca de $10.000 em um torneio de limit hold’em, o que foi demais para mim na época. Essa foi minha primeira grande vitória. Acho que era um evento com buy-in de apenas $100, mas havia rebuys e muitos competidores.

JM: Que cash games você joga atualmente?

LM:
No-limit hold’em é meu jogo favorito, e eu jogo desde $25-$50 até $200-$400. Minha zona de conforto é de $25-$50 a $100-$200. Eu jogo mais no Bellagio do que em qualquer outro lugar, pois lá existem muitos torneios. Se você acompanha o World Poker Tour, geralmente encontra bons cash games. Em geral há pelo menos uma mesa de no-limit de $25-$50 ou $50-$100 em cada parada. Cash games em lugares como as Bahamas são sempre ótimos, porque tem muito dinheiro morto da Internet, e todo mundo está festejando e se divertindo.

JM: Quais são os erros mais comuns que você vê os jogares cometendo nessas mesas?

LM:
Quando jogadores de torneios tentam deep-stack poker, jogam exageradamente ou supervalorizam suas mãos. Algumas pessoas não largam um overpair ou um top pair com um bom kicker. Ao mesmo tempo, você deve saber como extrair valor de suas mãos marginais. Quando sabe que sua mão é boa, deve chamar apostas pelo valor. Quando você joga bem, geralmente as consegue. É possível pagar com um par baixo ou um ace-high quando sabe que alguém está blefando.

JM: Existem erros que você cometia no começo de sua carreira em cash games e que é capaz de evitar agora?

LM:
Quando comecei a jogar cash games, enfrentava jogadores excelentes. Eu competia na World Series quando ainda não havia jogos de no-limit; todos eram pot-limit. Jogava com Carl McKelvey, Bill O’Connor e Billy Duarte: esses eram nomes que todos reconheciam. Eu jogava com os melhores. Provavelmente fui um pato nos dois primeiros anos, pois era um jogador que, na melhor das hipóteses, empatava quando jogava com esses caras. Depois, cheguei a um ponto em que era capaz de relaxar o suficiente para tomar boas decisões no poker. Eu acho que, quando você está nervoso, não consegue ficar bem e tomar boas decisões. O poker é isso: a pessoa que toma boas decisões ganha o dinheiro. Em cada mão, existem múltiplas escolhas, e ninguém vai tomar todas as decisões corretamente. A pessoa que toma mais decisões corretas vence mais.

JM: O que faz com que os jogadores que você mencionou se destaquem em sua mente como alguns dos melhores?

LM:
Bill O’Connor é muito agradável com todo mundo com quem ele joga; ele é um cara bom, e eu percebi isso logo. É bastante profissional e me ensinou que, se for se tornar um profissional, deve fazer com que as pessoas gostem de você. Se alguém lhe odeia porque você é um estúpido, ele não vai lhe dar seu dinheiro — especialmente quando se está jogando no nível mais alto, pois está enfrentando ricos homens de negócios e outros profissionais. Isso era uma coisa que me incomodava antes de eu jogar no nível em que jogo hoje. Quando eu era um jogador consistente nas salas de jogos locais em Washington, sabia que estava ganhando dinheiro de pessoas que não podiam perder. Elas estavam perdendo seus salários. Eu me sentia mal, mas me convencia que eles iriam perder de qualquer maneira, então melhor que fosse em meu benefício. Eu ainda sentia um pouco de culpa, mas hoje não sinto nenhuma, pois geralmente jogo com quatro ou cinco profissionais e três ou quatro homens de negócios. Todo mundo com quem eu jogo hoje em dia pode perder no jogo, então eu não tenho mais que me preocupar com isso.

JM: Você disse que acredita ter bons instintos no poker; você pode explicar melhor isso?

LM:
Eu acho que qualquer pessoa, se for esperta e trabalhar duro no jogo, pode se tornar um vencedor. Para se tornar excelente, contudo, a pessoa tem que ter certo instinto inato. Quando estou no jogo, fico totalmente concentrado com claridade mental absoluta. É como se eu soubesse o que todo mundo na mesa está segurando. Não me entenda mal, isso não acontece sempre que eu jogo, mas, quando estou bem, minhas leituras são exatas. Eu acho que qualquer grande jogador de poker lhe diria o mesmo.

JM: Você está jogando há bastante tempo e testemunhou a ascensão e queda do poker. Você pode me falar sobre os pontos altos e baixos da indústria desde que Moneymaker ganhou o Main Event?

LM:
Se não fosse por aquilo, eu provavelmente estaria fazendo outra coisa hoje, pois estaria me entediando com o poker. Eu tive que ralar jogando limit hold’em e limit Omaha, e isso é trabalho duro. Agora eu me tornei um jogador muito bom de no-limit, e ainda adoro o jogo. Ele me fascina porque é um jogo mental, e é muito amplo – ainda estou aprendendo. Existem tantos níveis. É o melhor jogo do mundo. É bem diferente do limit hold’em, que requer certas habilidades, mas nem parece poker às vezes. É muito mais difícil ganhar um pote sem ter uma mão, mas limit hold’em você consegue ler todo mundo corretamente e ainda perde.

JM: Houve pontos baixos em sua carreira nos quais você quase desistiu?

LM:
Na verdade, houve um momento. Eu tinha investido em imóveis com uma parcela do meu bankroll. Tinha uns 35 anos na época. Eu tinha acabado de comprar um carro à vista. Naquele momento, eu também estava numa má fase. Jogava limit hold’em e, nos fins de semana, havia uma mesa de Omaha de $50-$100. Ela acontecia apenas nos fins de semana, e eu geralmente me dava muito bem – me sustentei jogando nela durante uns dois anos. Mas perdi 21 de 22 sessões. Meu bankroll foi dizimado. Um amigo meu vendia janelas, e era muito bom nisso, e me ofereceu um emprego. Eu considerei seriamente aceitar, mas, naquela noite, algo me dizia que eu sabia que era bom no poker e não deveria desistir. Eu tinha outra alternativa: um cara que eu conhecia tinha acabado de abrir uma card room. Eles tinham jogos de hold’em de $8-$16 lá. Eu tinha que estar em casa para cozinhar o jantar para meu filho por volta das 17h. Meu amigo me ofereceu um emprego adequado: ele me pagava $100 por dia para jogar em sua mesa de $8-$16. Eu jogava com meu próprio dinheiro e tinha que estar lá da meia-noite às 5h. Eu ganhava $100 para jogar durante cinco horas. Para ter um bankroll que me permitisse jogar naquela mesa, eu vendi o carro que tinha comprado. Consegui $16.000 e esse foi meu bankroll. Batalhei nele durante um ano e ganhei consistentemente; além disso, faturava $100 por dia. Foi assim que eu reconstruí meu bankroll. Naquela época, comecei a jogar em uma mesa privada de pot-limit, na modalidade “escolha do dealer”. Os blinds eram de $5-$10 e eu me dava muito bem. No final do ano, fui ao Spirit Mountain Casino em Oregon e venci um torneio de no-limit hold’em. Ganhei por volta de $10.000 ou $12.000. De repente, consegui meu bankroll de volta e nunca mais olhei para trás. Eu fico feliz por não ter aceitado o emprego de vender janelas. Então, esse foi meu ponto baixo. Eu jamais pedi dinheiro emprestado para jogar. Quer dizer, já pedi na estrada, sabendo que tinha o dinheiro em casa, mas jamais joguei poker com dinheiro que não tinha.

JM: Até agora, 2008 tem sido excelente para você: conquistou o maior prêmio de sua carreira ($493.000), que também foi a primeira vitória no World Poker Tour, no World Poker Challenge em Reno. Você pode nos falar sobre algumas das maiores decisões que você teve de tomar no caminho para a vitória?

LM:
Eu acho que a maior decisão no torneio ocorreu no início do terceiro dia, quando eu era o líder em fichas da minha mesa. Eles reorganizaram as mesas quando tínhamos apenas três ou quatro delas, e esse garoto — eu sei que ele é um jogador da Internet, mas nunca tinha jogado com ele — foi colocado à minha esquerda, e tinha muito mais fichas que eu. Ele era o líder do torneio e estava dois assentos à minha esquerda. Eu não sabia nada sobre ele, mas sabia que ele me colocaria diante de uma decisão. Nós estávamos na mesma mesa durante 20 minutos quando eu recebi Q-Q sendo o cut off. Eu aumentei e ele pagou do big blind. O flop trouxe 5-3-2 com um flush draw. Ele pediu mesa e eu fiz uma continuation bet de cerca de três quartos o tamanho do pote. Eu sabia que, com essa aposta, a reação dele seria um check-raise – eu simplesmente senti. Ele fez o check-raise com uma aposta de bom tamanho, e eu pensei que ele podia ter qualquer coisa, de um flush draw a uma seqüência, passando por um par e um straight draw. Eu sabia que ele não estava fazendo esse check-raise sem nada. Decidi apenas pagar o aumento, sabendo que ele provavelmente iria all-in no turn. Eu esperava que uma carta segura aparecesse, e o turn trouxe o K. Ele foi de all-in, e isso significava que pagar custaria minha vida no torneio. Eu podia ter desistido ali e ficado na média em número de fichas. Esperava que ele não tivesse conseguido um flush draw com rei como carta mais alta, pois isso teria sido horrível. Eu paguei, e ele tinha 6-3 – ele só venceria se batesse um 6, 4 ou 3 no river. A mão me tornou o chip leader e, a partir daí, não joguei nenhum grande pote até a mesa final.

JM: Em um evento assim, você acha normal se envolver em muitas mãos grandes, ou prefere acumular lentamente pequenos potes jogando small-ball poker?

LM:
Você irá jogar um ou dois grandes potes ao longo do caminho. Eu não gosto de me colocar em situações que dependem da sorte, mas às vezes é preciso — especialmente quando os blinds estão altos e eu tenho fichas investidas no pote. Se você aumentar, ou re-aumentar, com A-K e comprometer 25% ou 35% de suas fichas, é difícil desistir quando alguém vai de all-in com uma mão como Q-Q. Se você tiver um grande estoque, pode escapar, mas, se tiver um estoque médio ou pequeno, terá que encarar coin flips em determinado momento. Essa é a beleza de conseguir um estoque grande no início: você pode evitar situações assim e simplesmente acumular mais. Isso lhe alavanca na bolha do dinheiro e na bolha da mesa final, que são ótimas oportunidades de conseguir mais fichas quando se tem um grande estoque.

JM: Quais são os erros mais freqüentes que você acha que jogadores de torneio amadores cometem e que mais os prejudica?

LM:
Uma coisa que eu percebo é que eles desistem logo. Eles se preocupam demais em ter um estoque mediano quando deviam se preocupar em ter fichas suficientes em comparação ao tamanho dos blinds. Eu jogo principalmente em grandes eventos de $5.000 ou maiores, e você recebe muitas fichas. É possível ficar bem abaixo da média e ainda estar bem. Se você tem 10.000 em fichas e os blinds são de apenas 200-400, você ainda está bem. Não é preciso entrar em pânico. Eu vejo tanta gente empurrando com mãos marginais como K-J ou Q-J porque os outros largam antes da hora. Eles apertam o botão do pânico.

Isso também acontece em cash games: eles supervalorizam suas mãos. Simplesmente não estão dispostos a descartar um overpair. Você deve juntar as peças do quebra-cabeça e, se as apostas indicam que você está derrotado, geralmente está.

JM: De todas as suas realizações no poker, de qual você mais se orgulha?

LM:
Eu acho que de minha vitória no World Poker Tour. Bem, é um empate entre ela e minha vitória no Professional Poker Tour (Markholt ganhou o evento Five-Star World Poker Classic Professional Poker Tour de 2005, que lhe valeu $225.000 depois de derrotar o diretor executivo da Card Player, Barry Shulman, no heads-up). Esse foi um momento muito importante para mim. Para que eu considere algo um grande feito, preciso saber que joguei o melhor que podia, e sei que fiz isso nesses dois eventos. Existem outros em que eu me dei bem e cheguei às mesas finais, mas sei que joguei mal algumas mãos. Eu creio que joguei muito bem nesses dois eventos e fui recompensado por isso.

Duro na Queda

Antes do poker, Lee Markholt competia em outro duro e concorrido esporte: rodeios. O pai de Markholt e seu tio, que era o terceiro colocado no ranking de rodeio nos anos 70, construíram uma pequena arena na fazenda da família em Puyallup, Washington, onde criavam gado de corte orgânico. Lee começou cavalgando em bezerros, e competiu em associações de juniores, rodeios semiprofissionais e circuitos profissionais.

Embora possuísse o ambiente e o tutor perfeitos para potencialmente se tornar um campeão de rodeios, acidentes lhe impediram. “Eu tinha grandes objetivos de me tornar campeão, mas é um esporte difícil e eu nunca estava saudável”, disse ele. “Eu começava a me dar muito bem, então me acidentava novamente”. E ele realmente se feriu. Quando tinha 15 anos, contundiu gravemente sua virilha e, daí em diante, precisava usar uma cinta feminina para poder cavalgar. Aos 16 anos, um touro o pisoteou, quebrando sete costelas e perfurando um pulmão de Lee. Ele deslocou seu ombro seis vezes e, aos 19 anos, finalmente teve de se submeter a uma cirurgia. Aos 22, sofreu uma fratura múltipla tão grave na perna que seu médico ficou convencido de que ele jamais correria de novo e ficaria manco. “Eu me recusei a acreditar no que os médicos me disseram e me recuperei plenamente”, ele se gaba. “Quando você cavalga em touros, fica dolorido o tempo inteiro, mesmo que tenha feito tudo corretamente e pule caindo sobre os dois pés. Não há como ficar imune, pois há músculos que você simplesmente não usa para nada”.

Peões de rodeios são conhecidos por serem durões, e Lee credita que seu passado, moldado em intensa preparação mental e física, acelerou seu sucesso no poker.

Ele mencionou um item específico que acredita tê-lo ajudado a fazer a transição dos rodeios para o poker: encontrar sua zona de foco e relaxamento durante períodos sobrecarregados de estímulo. “Quando você se prepara para competir em um rodeio, se alonga e se prepara mentalmente. Você pode chegar a um ponto, contudo, em que fica tão agitado que sua adrenalina fica louca”, disse ele. “Eu precisei de alguns anos para descobrir que me dou melhor quando permaneço relaxado. Eu levo isso para o poker, especialmente quando estou na reta final de um torneio. Quando você chega à mesa final em um grande evento, não consegue tomar boas decisões se não estiver relaxado. Você não consegue fazer as leituras de que precisa se não relaxar e ficar bem”.




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